House – 1×02: Paternity

Primeiro eu gostaria de agradecer a todos os comentários no meu último review e dizer que foram vocês que me animaram a continuar escrevendo sobre essa primeira temporada.

Mais um bom episódio de House, com o diferencial de termos um paciente que faz a gente se importar pela vida e pelo próprio caso em si. O sarcasmo do doutor é genial, assim como foi ver o seu lado mais humano, no fim do episódio. Comentários inapropriados e mais uma dose de pacientes da clínica pra nos entreter complementam esse segundo episódio.

Spoiler?

Não imaginava que o tema da filosofia de vida do House (as pessoas mentem) se validaria tão rapidamente a ponto de colocar a vida de um paciente em risco. Os pais, na verdade, eram adotivos e o filho que, que sofria de visão dupla e terror noturno, quase morreu por falta de informações a respeito da sua mãe biológica. O ator que fez o paciente estava muito bem e as suas caras e caretas me faziam sentir sua dor e seu desespero.

Enquanto Grey’s Anatomy apresenta seus casos como uma grande metáfora para a vida dos médicos, em House, parece que, os casos menores e, aparentemente, apenas engraçados, servem para a solução do problema do caso principal e essa talvez seja a grande diferença entre as duas séries: Pessoal x Profissional. A aposta sobre a paternidade do menino, a mãe que não queria vacinar a filha (ótima cena, diga-se de passagem) e o cara que tinha gonorréia e ainda processou o House (ótimas cenas, diga-se de passagem) foram uma diversão a parte, principalmente as respostas do Dr.

Depois de vários diagnósticos, muitos tratamentos (acho que essas duas partes nunca vão mudar) e uma cirurgia no cérebro, o garoto, de 16 anos, foi liberado e voltou a jogar lacrosse. O olhar atento do House, o seu gesto com a bengala e a sua permanência no estádio até depois da saída de todas as pessoas me mostrou quão sozinho ele é e a vontade que o médico tem de ser parte de algo.

House S01E02 – 9 (MVP: Hugh Laurie)

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6 comentários sobre “House – 1×02: Paternity

  1. Esse episódio é aquele que tem uma cena inicial digna de série a cabo? (se é que me entende,hehehe)
    Se é, é realmente muito bom. Como eu já disse, essa 1ªtemporada é ótima. Mas as outras são melhores, mas enfim, lembro bem pouco dela,hehehe…

  2. A gente começa a ver as principais diferenças para as novas temporadas: enquanto os casos pequenos serviam para rir e dar soluções, o caso principal era uma p… lição de psicologia aplicada.

    Hoje em dia até o principal caso virou motivo de troça.

  3. Revi a primeira temporada[e a segunda e a terceira tbm] nas férias e lembrei o tanto que os ducklings eram travados. E o tanto que House me assustava com suas teorias malucas.

    House é top.
    Grey´s fica pros dias em que nao se tem nada mais pra fazer.

  4. acho que o principal defeito das temporadas mais velha são as ausencias das cenas da clinica pra dar mais foco as tramas loucas non sense do House, eu ainda preferia a clinica…
    mas as tramas no sense agora é que costumam resolver os casos…ou as conversas filosoficas com Wilson/Cuddy
    mas só discordo de uma coisa, quem já viu mais pra frente pode entender melhor, House não quer fazer árte de algo
    e por sinal é uma das coisas que ele mais detestaria, é fazer ‘parte’ de algo;
    ele é sozinho
    e ele prefere assim

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