ABC renova grande parte de sua programação

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A greve dos roteiristas está a poucos dias de seu fim e a rede ABC já tratou de renovar grandes e novos sucessos.

Dirty Sexy Money, Private Practice, Pushing Daisies e Samantha Who? foram as novatas que até agora conseguiram uma segunda temporada de pelo menos 13 episódios. Como esperado, pratas da casa como Grey’s Anatomy, Brothers & Sisters, Lost, Desperate Housewives e Ugly Betty terão novas temporadas completas.

Em entrevista a Variety, o presidente de Entretenimento da ABC disse:

‘A força do nosso calendário nessa fall season está sem precedentes e fala por si próprio. Estamos ansiosos por ver isto se transformar em sucesso.’

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The Sopranos, a próxima vítima!

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Como essa semana eu consegui terminar The Closer, abriu um espaço na minha agenda reservado para “coisas muito fodas que ainda não vi”. Tinha duas opções: terminar de ver The Wire, ultra recomendada pelo Gustavo, já que estou com a segunda temporada baixada aqui (a primeira é ótima). Ou terminar de ver uma certa série que é considerada uma das obras-primas da década.

Há uns dois meses comecei a assistir The Sopranos para tentar entender o motivo de tanto hype que a cercava. Por causa de alguns contratempos, e por ter episódios com quase de uma hora de duração, que chega a ser cansativo, eu desisti. Até a segunda temporada, Sopranos ainda não tinha me conquistado. Talvez por estar esperando uma série avassaladora, que definitivamente não é. Minhas expectativas estavam altas e tinha me decepcionado. Porém, decidi mudar de idéia. Na esperança de que as coisas melhorarão, vou voltar a vê-la.

Portanto, a partir de segunda-feira vou dar outra chance para o show e começar uma maratona da terceira temporada em diante, porque preciso liberar esses 20 GB do meu HD urgentemente. Há mais coisas geniais para serem baixadas.

Para quem já viu, eu acertei na escolha, não é?

Nip/Tuck – Primeira temporada

“Dr. Troy descobrindo que não é o pai do garoto”

Só essa cena já valeu pela temporada inteira



Nip
/Tuck
estava na minha lista para ser vista a muito tempo. Era umas das séries que eu mais tinha vontade de ver. Essa semana deu uma doida em mim e fiz uma maratona da primeira temporada. Devorei seus 13 episódios em 4 dias. Gostei muito do resultado.

Foi um ótimo inicio de série. Ela oscilou entre episódios bons e ótimos, mas sempre surpreendendo com casos bizarros. Em um dos episódios, os médicos tem que passar por um exame periódico e são obrigados a fazer o teste em cabeças de idosos. Sean em total crise psicológica, começa a conversar com “sua cabeça”, numa das cenas mais bizarras que já vi. Mas isso é bizarrice de qualidade, pois o Dylan Walsh atingiu sua ápice nesse episódio, e depois lidando com aquele criminoso. Joely Richardson também esteve ótima nesse inicio. Além de linda, sua personagem é muito bem desenvolvida. Tem que ser muito boa atriz pra fazer o que ela fez.

Julian McMahon também é um baita de um ator e seu personagem é um caso a parte na série. Demonstrou que não é só um comedor de primeira quando, aparentemente, resolveu assumir a paternidade do garoto acima. O grande fantasma de Christian na temporada foi viver sabendo que não era capaz de formar uma familia, se seria ou não um bom pai. Sua vida é uma bagunça e ele não consegue levar nada a sério. Tanto que em um dos episódios, ele tem a coragem de trocar sua namorada por um carro (!!!). Quem é capaz de fazer uma coisa dessas? Mas parece que ele está mudando. Seu espelho de vida é sempre Sean, ele meio que o inveja alguns momentos – casou a mulher da vida dele e ainda tem uma família feliz. Mas nunca essa injeva erustida foi capaz de fazer nada de ruim (e acho que nunca será). Digo isso porque a cena entre Christian, Julia e Sean na maternidade, no episódio final, é a melhor da TEMPORADA. Isso deve significar alguma coisa…

Christian:

Não vou abandoná-lo (o bebê) porque não se parece comigo. Eu o protegi antes que ele nascesse. Montei o bercinho dele. Eu o amei. Não posso abandoná-lo. Ele é meu filho. Mas isso é meio chato, hã?

Sean:

O quê?

Christian:

Por anos eu fantasiei como seria ter uma família de verdade, um lugar garantido na mesa.

Sean:

Você tem isso Christian, conosco.

Julia:

Nós somos a sua família, e você é nosso.

Nip/Tuck ganhou um novo telespectador.

Por quê Entourage merece uma indicação ao Emmy?

Entourage fez uma terceira temporada espetacular. Está muito mais engraçada e com uma qualidade surpreendente. O elenco continua em total sintonia e hoje é umas das melhores comédias em exibição. Gostaria muito de ver a série entre as cinco indicadas na categoria principal do Emmy. Por isso, fiz um texto para o TeleSéries com alguns motivos e opiniões sobre isso. O link para a matéria está aqui.

Boa leitura.

Absurdo! Sony corta nove minutos de Friday Night Lights

Mais uma vez somos surpreendidos com a falta de respeito dos canais a cabo para com o telespectador. Durante a exibição do segundo episódio de Friday Night Lights nexta sexta-feira (22/6), o canal Sony teve a capacidade de sumir com inacreditáveis nove minutos do episódio. Na cena em que a Lyla conversava com o Street no hospital quando estão vendo um DVD, a imagem foi cortada abruptamente e logo vieram os comerciais. Quando a série voltou do intervalo, o canal retomou a exibição, omitindo importantes cenas do episódio. As imagens cortadas estão entre as melhores da série.

É uma palhaçada. Nós pagamos muito caro para termos um serviço tão porco como esse. Desse jeito é impossível combater os downloads, já que as próprias emissoras dão motivos para isso. Nós do TeleSéries, e de outros sites também, já fizemos diversas de matérias sobre esses erros grotescos dos canais, mas nenhuma atitude foi tomada.

Bom, para quem viu o episódio e quer ficar por dentro do que não foi transmitido, segue abaixo a parte cortada (já com legenda embutida) que disponibilizei no youtube, para vocês não perderam nenhum segundo deste excelente episódio.

Esse vídeo foi feito por mim exclusivamente para o TeleSéries.

 

O que eu andei vendo

Saturday Night Live: descobri que o Jason Bateman apresentou o programa, foi em dezembro de 2005, então fui atrás. O torrent mais lento da história, mas depois de muito tempo, acabei de baixar. A surpresa, nem tanto pra falar a verdade, é que não foi um episódio muito bom. Algumas coisas se salvaram, mas foi bem abaixo do que eu esperava.- Friday Night Lights: Eu fiz uma maratona da série, me surpreendeu, é muito boa mesmo. Não é a toa que a NBC salvou ela junto com Studio, as duas com baixa audiência. Está apostando certo a emissora.

Simpsons: Comecei a rever a primeira temporada da série. Não acabei ainda, mas está longe do que a série mostrará no futuro, na verdade até agora se mostra uma das temporadas mais fracas, não que ela seja ruim, tem seus momentos inspirados, é o inicio de tudo. Já tinha visto e estou adorando rever, tem coisas maravilhosas.

Ugly Betty: Outra que fiz uma maratona, já que tinha muitos episódios pendentes. Uma das melhrores comédias atuais, America Ferreira está sensacional do papel e mereceu a sua indicação ao Globo de Ouro. Viciante a série.

Isso além das séries que estou acompanhando regularmente. Alguns destaques, com comentários rápidos:

30 Rock: Cada dia melhor, Alec Baldwin é meu herói. Se ele não ganhar todos os prémios por sua atuação na série, alguma coisa estará errada no mundo.

The Office: Melhor comédia atual, também, cada dia melhor.

24 Horas, 6° dia: Grande inicio de temporada, tendo no seu 4° episódio, possivelmente o melhor da série.

Aguardando a volta de Psych e principalmente, Battlestar Galactica.

Psych

Nessas últimas semanas não vi uma linha sequer de alguém falando da série, muitas séries sendo canceladas, outras tendo a temporada completa, séries estreando por aqui… Enfim, como eu acho que a série merecia mais espaço, resolvi eu mesmo dar.

 

No penúltimo episódio do ano da série, vemos pela primeira vez pegarem um verdadeiro caso sobrenatural. Shawn não acredita no caso do cara, enquanto que Gus fica bem curioso com o caso, por uma experiência que passou no passado, envolvendo um cemitério indígena.

Temos também um misterioso assassinato de um psicólogo. Caso que se interliga de maneira bem interessante com o caso sobrenatural.

Curioso pelo surpreendente interesse de Gus, Shawn descobre que ele ouviu uma voz de uma mulher no seu quarto, quando criança, contando uma história de um cemitério indígena. Gus diz que quando perguntou seu nome, ela disse:

“Meu nome…” daí Shawn interrompe e completa:

“Meu nome é Wilting Flower, eu morri sem conhecer o amor, você vai ser meu amigo”?

Muito engraçada essa parte, Gus fica meio bravo por descobrir que foi apenas uma brincadeira de seu amigo, mas já deve estar acostumado.

A sim, sobre o caso, descobrimos que o cara que pensa estar sendo assombrado, na verdade tem dupla identidade, com a segunda sendo uma “mulher”, ela está querendo se tornar uma de verdade, quer fazer uma operação para mudança de sexo. Ela se consultava com o psicólogo do outro crime, que a estava encaminhando para a operação.

Com uma personalidade passiva e a outra querendo mudar de sexo, surge outra personalidade, está nova mata o psicólogo para não ter que fazer a operação. Mas a “mulher” dentro dele da um jeito de marcar a cirurgia. Shawn descobre a tempo de poder fazer das sua revelações e consegue ajudar a policia a resolver o crime.

A série continua ótima e a química entre James Roday e Dulé Hill, está ficando cada vez melhor. Semana que vem teremos o último episódio do ano, Shawn vs. O Fantasma Vermelho. Pra mim o melhor episódio da série, onde vamos conhecer o Magichead

DEXTER VI

Atenção: Contém alguns spoilers!

Vidoni, não foi dessa vez que vimos um episódio razoável de Dexter. Episódio sensacional, mesmo!
Percebemos que o ITK sabe absolutamente tudo sobre o Dexter. Até onde ele joga os corpos que ele “brinca” o(a) cara(garota) sabe. Mas quer saber? Duvido que o ITK seja a irmã dele.

Esse episódio foi especial porque a policia se deparou com um crime que o próprio Dexter cometeu. Isso mesmo. No episódio passado vimos ele jogar o casalzinho no mar. E não é que ITK foi lá e pegou a mulher e a colocou no mesmo lugar onde Dexter a torturou? Toda o execução do roteiro foi brilhante. Michael C. Hall está excepcional no episódio (pra variar). Te juro que até no ultimo minuto esperava que o desenho fosse do Dexter, mesmo sabendo que seria algo impossível. Mas valeu pelo frio na barriga!Pra finalizar, vimos o post passado o Vidoni falando que aqueles olhos dentro do carro parecia de uma mulher. Ele (nós) estávamos errados. Na verdade era uma das pessoas (uma criança) que os coiotes trouxeram.

A série continua excelente, ainda bem que ganhou 2ª temporada , não?

A Nova Close to Home

Quando uma série sofre muitas mudanças tão rapidamente é de se esperar tal reprovação do telespectador, queda de qualidade ou coisa do tipo.
A primeira temporada de Close to Home foi legal, apenas legal. Os roteiros eram bacanas, atuações razoáveis na medida do possível, resumindo: era um bom entreterimento nas noites de segunda. O objetivo da série era mostrar que apesar de tudo, no final do dia ela sempre tinha um refugio, um lugar pra se sentir segura depois de um dia cansativo no trabalho. Estar com sua família era mais importante que qualquer condenação ou confissão.Eis que veio a segunda temporada pra nos mostrar que mudar nunca foi tão…bom! Posso dizer que a série é outra. Deu até gosto de assistir. David James Elliott entrou, e bem, na série. Seu personagem faz com que tudo soa fácil. Nada é difícil ou impossível aos olhos dele, mesmo que tenha que ser antiético (não que ele seja um tremendo mal caráter). O roteiro melhorou, está mais inteligente e dinâmico. Novos personagens vieram pra enriquecer o elenco sem brilho do ano passado. Os roteiristas acertaram na mosca em não aprofundar no drama pessoal da Annabeth. Mas acredito que ela não agüentara e irá desabar ao longo da temporada. Além do mais, ninguém é de ferro. Como ela lidará com o desafio de criar a filha sozinha será um dos destaques da temporada.

Ainda tem muito pela frente, mas essa premiere me deu esperanças que uma nova e melhor Close to Home vem ai. O que era um bom entreterimento nas segundas agora virou obrigação.

Dexter V

Eu fico me perguntando, quando será que vai ter um episódio de Dexter que seja no mínimo, razoável? Quinto episódio visto, a série continua excelente, fico esperando por esse episódio e ele não vem, felizmente. Espero que nunca venha.

A cena acima, introduz mais uma pergunta na série, quem estava observando o Dexter?

Vamos a frase do episódio:

“Someone’s American dream, my nightmare”

Para finalizar, eu estava olhando essa foto e não sei se estou vendo coisas, mas parece um olho de uma mulher, será?

Live From New York, it’s Dr. House!

Depois da temporada de Baseball na Fox, House finalmente volta ao ar, mais precisamente, hoje a noite. Para promover a volta, Hugh Laurie, astro da série, participou de um dos programas mais tradicionais da tv americana, Saturday Night Live.

Ele apresentou o programa que foi ao ar neste último sábado, com o Beck como a atração músical. E sim, felizmente eu consegui ver o programa \o/. Para quem não sabe, Hugh tem um histórico em comédias na inglaterra, sua participação mais famosa é na série de comédia britânica, Blackadder.

Então para quem não conhecia este outro lado do nosso doutor, foi uma grata surpresa seu desempenho no programa. Ele estava muito engraçado, principalmente no quadro da foto acima. O único ponto negativo do show, foi a pouca participação de Laurie, houveram vários quadros sem ele.

Hugh Laurie em Saturday Night Live (clique nas fotos para amplia-las):

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Ele lidera um grupo de paranormais em busca de fantasmas.

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Ele é um tipo de assistente da rainha britânica, que faz varios pedidos excentricos para ela se hospedar no hotel.

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Ele numa hilária performance músical, com direito tocar violão e gaita.

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O quadro mais engraçado, ele faz o papel de um traveco, seu “parceiro” não acredita em medicos e há uma mensagem bem legal fazendo alusão a sua série.

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Uma caça ao Frankstein que quase sai errada, pela malandragem do monstro.

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Um advogado bem malucão, que fica fazendo barulhinhos irritantes, mas muito engraçados. uuuuuuuuuuuuuuuueeeeeee!!!!!!!!!!

I Want To Believe

Justice é uma série sobre uma firma de advogados de elite, que defende a maioria dos casos famosos, ou que simplesmente chamam mais atenção da mídia. Se ficassem dentro dessa premissa, acho que seriam mais bem sucedidos. Se defendessem seus clientes, sem se importar se são culpados, ou inocentes, ela seria muito mais interessante.

Como eu disse, se eles defendessem todos, culpados ou não, do mesmo jeito, sempre defendendo com todas as forças seus clientes, não se importando de mentir para isso, seja para o júri ou imprensa, teríamos uma serie muito mais interessante mesmo. Ela tem seus momentos ótimos, mas quando parte para o sentimentalismo barato, “ele é culpado, o que vamos fazer”, quando começa a choradeira pelo cliente poder ser culpado, não da pra agüentar.

 

Além disso, o pouco desenvolvimento dos personagens principais, o fato da maioria dos seus casos serem de pessoas inocentes e de ganharem todos eles, irrita. Mesmo no último quando perderam o primeiro caso, o episódio teve um roteiro fraco.

 

Uma das sacadas mais legais da série é mostrar no final, numa cena a parte, como ocorreu o crime do episódio. Isso pode gerar tantas possibilidades, mas ainda não foi explorado de forma totalmente satisfatória.

 

Outra coisa que eu adoro em Justice é a imprensa, oportunista e sem escrúpulos, principalmente a jornalista que tem uma historia com o Ron (Victor Garber), sempre dando um jeito de tentar ferrar ele, as cenas das entrevistas com o advogado, rendem as melhores partes dos episódios.

 

Por último o destaque total vai para Ron Trott (Victor Gaber), pra mim ele é um dos melhores personagens da televisão, ciníco até não poder mais. O desempenho de Garber é extraordinário, tendo vários momentos brilhantes, como em todas as entrevistas na tv e quando ele finalmente se põe a frente de um caso e vai para o tribunal.

 

Apesar de ter momentos fracos, eu quero acreditar nela, principalmente pelo Garber e pelos outros motivos que citei, também quero acreditar que a série irá melhorar, que irão perder mais casos, irão ter clientes culpados, reviravoltas no quadro final, desenvolvimento maior dos protagonistas. Eu quero acreditar e se acontecer, que não seja tarde demais.

Dexter – IV

Vários dias sem atualizar o blog e venho eu novamente com um post sobre Dexter, mas é porque a série é muito boa. Alias se pudesse ver só uma série, eu indicaria ela.

Algumas coisas sobre o quarto episódio da série “Let’s Give The Boy A Hand”:

  • Eu gosto da namorada do Dexter e ela estava muito bonita no episódio, fantasiada de Lara Croft. Ela cometeu um crime junto com ele e parece que a excitação do crime a deixou mais a vontade, finalmente fizeram sexo, estilo Bill Clinton.
  • No começo, tenho que confessar, não gostava de alguns personagens, como a chefe de policia e o policial negão, mas com o passar dos episódios e com o desenvolvimento de seus personagens estou gostando deles agora.
  • To achando que tenho muito em comum com o Dexter, será que eu tenho tendências para ser um Serial Killer? Mas a visão dele do mundo é maravilhosa, tudo é aparência!
  • Teve bastante humor no episódio, foram bem divertidas as cenas do Dexter com seu colega Angel, com ele cada hora achando ter comprado o presente perfeito para sua mulher, para ter sua visão sobre ele mudada pelo nosso serial killer.
  • E quem será o Assassino do caminhão de gelo? Me falaram que poderia ser o próprio Dexter que cometia os crimes, uma coisa como “Clube da Luta”, é bem interessante esta teoria, mas com o passar do tempo, estou achando que não vai ser.
  • Frase do episódio.Dexter não matou ninguém no episódio, o outro serial killer até tentou fazer ele matar, mas ele resistiu, daí ele fala no final:

“I’m not the monster he (the Ice Truck Killer) wants me to be, so I’m neither man nor beast, I’m something new entirely, with my own set of rules, I’m Dexter.”

Dexter

Studio 60 foi a melhor coisa à estreiar na tv aberta americana, agora Dexter chega sendo a melhor estreia da tv a cabo americana, juntas as duas são as melhores séries estreiantes. Para conhecer um pouco mais sobre a série, leia o texto abaixo e veja o video:

Um pequeno garoto é adotado por uma familia onde o pai é um policial, ainda pequeno começa a ter uma vontades e começa a matar animais, bem friamente, tudo calculado e sem remorsos. Seu pai vendo que aquilo não ia ficar só em animais e entendendo o problema de seu filho, faz ele canalizar esse seu desejo para matar pessoas ruins, assassinos, estupradores, etc.

Ele se torna um especialista forense em padrões de espalhamento de sangue que trabalha para o Departamento de Polícia de Miami. Aproveita também para nas horas vagas matar suas vitimas, pessoas que escaparam da justiça, ele guarda uma amostra de sangue de todas as suas vitimas, duas só no piloto.

Um dos personagens mais complexos que já apareceram, ele tem que passar ao mundo a imagem de um jovem normal, simpatico, sociavel, mas na verdade não sente nada, por ninguém. Nem desejo sexuais tem.

Além disso a série tem uma narração, que como disse o Cavalca é: “genialmente assustadora (ou seria assustadoramente genial?)”

O protagonista é o Michael C. Hall de Six Feet Under.

Foi um dos melhores pilotos que já vi, é uma das melhores séries que estreiaram. Ultra recomendado.

Para completar, aqui vai um video promocional da série para ter uma ideia do que estou falando: