Levando séries a sério. Até demais?

O Anderson fez um belo texto aqui, sobre o modo como vemos as séries. Mas pensando mais profundamente no assunto, até que ponto uma série consegue influênciar nossa vida? Qual será o nível de importância que relegamos aos programas que passamos horas e mais horas de nossa existência vendo, discutindo e aguardando?

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Do BRNTM para a…Fama?

Eu tinha que comentar isso. Cá estou eu assistindo minhas reprises de Nip/Tuck, meia noite, quando sintonizo no Multishow no intervalo, bem na hora de As Pegadoras.

E o que vejo são algumas garotas recém-saídas da adolescência, com pouca roupa, bebendo e comendo com a cara mais dançarina de Luciano Huck e lendo algumas histórias sexuais. E foi nessa hora que precisei esfregar os olhos, pois nada mais nada menos que a terceira colocada de Brazil’s Next top Model , Lívia Maria, aparece para dar uns malhos com um cara, com direito a cena de semi-nudez e tudo.

Bem, tá certo que ela não ganhou o programa, mas acho que não vai ser desse jeito que ela ficar mais perto de se tornar modelo, mesmo estando literalmente “dando duro”.

O modo como vemos as séries

Você se lembra dos 10 anos que passou acompanhando Friends? Ou dos nove anos acompanhando Arquivo X? Você cresceu junto dessas séries, aprendeu com elas no seu dia a dia. Elas fizeram parte de sua vida, fazem parte de nossas vidas. Muitos eram adolescentes quando começaram a ver e acabaram já adultos, casados e com filhos (outros não, mas ai fica menos dramático).

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